A educação exerce um papel essencial em nossa sociedade. Ela é hoje uma das máquinas mais poderosas de perpetuação do sistema vigente, uma de suas funções principais é produzir tanta conformidade ou “consenso” quanto for capaz (MÉSZÁROS, 2005, p. 45).
Acreditamos que a universidade deve buscar uma educação libertadora, crítica do sistema, que considere o imponderável, e tenha em uma de suas funções transformar o estudante em um agente político, que pensa, que age e que usa a palavra como arma para transformar o mundo. Pensando desta forma, a universidade tradicional baseada na heteronomia, que não permite a participação e não dá voz ao estudante, não está preparada para cumprir este papel, ela é insuficiente.
Referência
MÉSZÁROS, I. Educação para além do capital. 2ª ed. São Paulo: Boitempo, 2005.





























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