ContraCoroa

Desde o auge da greve de 2011, amplos setores do movimento estudantil que militaram sem meias palavras pelo fim do convênio PM-USP alertavam para a fragilidade da pauta da democratização da USP defendida em abstrato.

Muito se discutiu a respeito e um dos principais alertas dados desde então é que tanto a estatuinte como outras reformas nas estruturas de poder não poderiam ser defendidas sem se levar em consideração o estado de exceção que a USP vivia e vive. Em nosso entendimento — sem luta concreta e sem mobilização estudantil ampla — tais iniciativas seriam facilmente sequestráveis pela burocracia.

Por esse motivo, não nos causa espanto que a própria reitoria esteja tomando a dianteira ao propor que o CO discuta a estrutura de poder [como noticiado aqui pelo jornal O Estado de São Paulo].

Talvez Rodas consiga aprovar a possibilidade de reeleição para o cargo de reitor, mas – sobretudo…

Ver o post original 229 mais palavras

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s